Estranho, mas pensar em relacionamentos, de uma maneira geral, tem me tornado mais crítico com relação as pessoas, crítico, não seletivo, até porque quem sou eu para sair selecionando as pessoas.
Sinceramente tenho tido preguiças de alguns exemplares bem comuns, aqueles “ não tenho nada de especial, a não ser as roupinhas de marca que visto, ou os produtinhos da moda que estou usando”. Não quero ficar ao lado de alguém que quer discutir pessoas, não me interessa nem um pouco qual a última tirada da Lady Gaga, ou se a pessoa está adequadamente vestida para a ocasião, ou ao ambiente, não me interessa se sua orelha é de abano, se você está gordo ou magro demais, se chama atenção ou passa despercebido.
Talvez essa maneira de pensar seja mais uma das minhas inúmeras fases, porém dessa vez acredito que há algo de mais concreto. Espero mais das pessoas que me cercam, mas nada no sentido material, ou afetivo, não me importa o que está vestindo, mas sim quem está vestindo, nem se aquele corpo esta em forma, mas sim de quem é aquele corpo. Sinto a necessidade de seres que tenham algo para dividir, histórias para contar, das quais eu possa levar um pouquinho comigo, de uma música nova que me apresente, porque com certeza em algum momento irei lembrar daquilo.
Você pode estar de havaianas, mas se você tiver algo interessante para contar, o mundo para pra te ouvir, tudo que você sabe não faz sentido se continuar guardado, a partir do momento que você divide um pouquinho do que você é, do seu intelecto, da sua cultura, essas coisas se tornam valiosas, pelo menos para alguém, não será todo mundo que deixará o que você tem para contar passar despercebido.
Vá tente, ganhe, perca, conquiste, arrisque, e depois me conte tudo, eu quero ouvir o que você tem a dizer, TENHA HISTÓRIAS PARA CONTAR.
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